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O analista de sistemas ou atualmente mais conhecido como sistematizador de informações, é aquele que tem como finalidade realizar estudos de processos computacionais para encontrar o melhor e mais racional caminho para que a informação virtual possa ser processada. Este profissional estuda os diversos sistemas existentes entre hardwares (equipamento) e softwares (programas) e o usuário final, incluindo seus comportamentos e aplicações. A partir dessa conexão, desenvolve soluções que serão padronizadas e transcritas da forma que o computador possa executar. Os profissionais da área criam programas, que são executados em hardwares operados por usuários, preparados e treinados em procedimentos operacionais padronizados. Assim, cabe ao analista de sistemas, parte da organização, implantação e manutenção de aplicativos e redes de computadores.
É necessário que o profissional que deseja obter sucesso na área, tenha raciocínio lógico e boa dose de iniciativa na resolução de problemas e criação de softwares. Como o desenvolvimento de programas é um trabalho que requer concentração e capacidade permanente de aprendizagem, a predisposição de estar sempre pronto a mudanças é fundamental. Além disso, é importante apresentar as seguintes características:
Até alguns anos atrás,
o estudante que desejasse trabalhar com análise de sistemas, deveria prestar
vestibular selecionando a opção Análise de Sistemas - Bacharelado,
com duração média de 4 anos. Porém, com surgimento
de novos cursos mais específicos que melhor preparam o profissional a estar
apto na área em que deseja trabalhar, o curso de análise de sistemas
foi ficando escasso em diversas universidades, sendo substituído por Sistemas
de Informação (o mais comum), Ciências da Computação,
Ciências da Informação, entre outros.
Estes cursos que
têm duração média de 4 anos e se relacionam entre si
contemplam durante a graduação os seguintes assuntos: teoria de
sistemas ou subsistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição,
armazenamento, manipulação, gestão, controle, troca, no intercâmbio,
na transmissão, ou na recepção da voz e/ou dos dados, além
de disciplinas mais gerais, porém que proporcionam a compreensão
das atividades como a matemática, por exemplo.
Entre as atividades diárias de um analista de sistemas, estão:
Com o maior desenvolvimento tecnológico, abriu-se um leque de atividades em que um analista de sistemas pode atuar. Entre eles, as principais áreas de atuação deste profissional são como:
Embora sejam profissões relativamente novas, a análise de sistemas, sistemas de informação (SI) e outras da área da informática já conquistaram um espaço relevante no mercado de trabalho. A profissão que mais têm se destacado é SI, de acordo com pesquisas feitas por universidades do setor, que revelam que de 50% a 75% das demandas da área de Computação estão destinas aos profissionais de Sistemas de Informação. Sendo assim, esta se caracteriza por ser uma forte área no mercado de trabalho, com as atuações mais cobiçadas, ligadas a sistemas de informação gerencial, que agrupam e sintetizam os dados das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos gestores da organização, e também a de sistemas de informação estratégicos, que integram e sintetizam dados de fontes internas e externas à organização, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização.
O
Século XX é considerado aquele do advento da Era da Informação.
Desde a invenção do telégrafo elétrico em 1837, passando
pelos meios de comunicação de massa, e até mais recentemente,
o surgimento da grande rede de comunicação de dados que é
a Internet, o ser humano tem de conviver e lidar com um crescimento exponencial
do volume de dados disponíveis. O domínio da informação
disponível é uma fonte de poder, uma vez que permite analisar fatores
do passado, compreender o presente, e principalmente, antever o futuro. Antes
do surgimento da informática, vieram os sistemas de informação,
que se baseavam basicamente em técnicas de arquivamento e recuperação
de informações de grandes arquivos. Geralmente existia a figura
do "arquivador", que era a pessoa responsável em organizar os
dados, registrá-los, catalogá-los e recuperá-los quando necessário.
Esse método, apesar de simples, exigia um grande esforço para manter
os dados atualizados bem como para recuperá-los. As informações
em papéis também não possibilitavam a facilidade de cruzamento
e análise dos dados. Por exemplo, o inventário de estoque de uma
empresa não era uma tarefa trivial nessa época, pois a atualização
dos dados não era uma tarefa prática e quase sempre envolvia muitas
pessoas, aumentando a probabilidade de ocorrerem erros.
O início foi
caracterizado pelo surgimento dos Sistemas Operacionais ou Orientados à
Operação, automatizados através de grandes computadores e
mais à frente migrado para microcomputadores. Com o advento da internet
no Brasil, a partir dos anos 90, a profissão ganhou novo impulso, expandindo
e facilitando os mecanismos de armazenamento e processamento de dados, assim como
o desenvolvimento de softwares.
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