O que
é ser músico?
A denominação "músico"
engloba os mais variados tipos de profissionais: instrumentistas, cantores, maestros
e compositores; especializados ou não em diferentes estilos musicais: música
clássica, música popular, jazz, rock; autodidatas e estudiosos com
pós-graduação.
Quais as características
necessárias para ser músico?
Para um músico ser bem sucedido
é necessário ser uma pessoa de grande sensibilidade artística,
com grande interesse pelas artes e que tenha um vasto conhecimento no assunto.
Características desejáveis:
Qual a formação
necessária para ser um músico?
Esta carreira não exige
um diploma, principalmente para quem se dedica à música popular.
No entanto, quem quer tocar ou reger grandes orquestras tem que ter formação
sólida em universidade ou conservatório. Para conseguir a carteira
da Ordem dos Músicos é preciso submeter-se a uma prova. Para compositores
é recomendável tocar um instrumento e ter bom conhecimento de teoria
musical. Também é útil saber usar recursos eletrônicos
para composição e execução de música. Compositores
devem registrar suas obras na Escola Nacional de Música, apresentando partitura
e letra da música. Devido à competição, instrumentistas,
cantores ou compositores precisam, cada vez mais, de noções de marketing
para criar oportunidades de trabalho.
Principais atividades de um músico
Instrumentistas,
cantores e regentes dedicam a maior parte do seu tempo a:
Regentes avaliam e selecionam músicos para a orquestra. Podem ser convidados para reger orquestras em gravações ou espetáculos específicos e ocupar cargos de regente titular de uma orquestra e diretor musical, assumindo também funções administrativas e gerenciais.
Áreas
de atuação e especialidades
Mercado de trabalho
O
mercado de trabalho para músicos é bem concorrido. Cantores têm
um bom campo de trabalho como vocalistas em gravação de discos,
jingles ou trilhas sonoras, ou mesmo acompanhando artistas famosos. Cidades turísticas
costumam oferecer oportunidades melhores do que as metrópoles para músicos
populares. Já os eruditos encontram um mercado mais amplo nas grandes cidades.
Há pesquisas que indicam que o setor de entretenimento tende a crescer
acima da média nos próximos anos. Nesse caso, acontecerá
o mesmo com o mercado para músicos. Representantes dos músicos vêm
atuando no meio político pela volta do ensino obrigatório de música
nas escolas fundamentais, o que abriria um grande número de vagas para
professores.
Curiosidades
Muitas obras de arte da Antigüidade mostram
músicos e seus instrumentos, entretanto não existem conhecimentos
sobre como os antigos faziam seus instrumentos. Apenas umas poucas peças
completas de música da Antigüidade ainda existem, quase todas do povo
grego.
Egito - Por volta de 4.000 a.C., as pessoas batiam discos e paus uns
contra os outros, utilizavam bastões de metal e cantavam. Posteriormente,
nos grandes templos dos deuses, os sacerdotes treinavam coros para cantos de música
ritual. Os músicos da corte cantavam e tocavam vários tipos de harpa
e instrumentos de sopro e percussão. As bandas militares usavam trompetes
e tambores.
Palestina - O povo palestino provavelmente não criou tanta
música quanto os egípcios. A Bíblia contém a letra
de muitas canções e cânticos hebraicos, como os Salmos, onde
são mencionados harpas, pratos e outros instrumentos. A música no
templo de Salomão, em Jerusalém, no século X a.C., provavelmente
incluía trompetes e canto coral no acompanhamento de instrumentos de corda.
China - Os antigos chineses acreditavam que a música possuía
poderes mágicos, achavam que ela refletia a ordem do universo. A música
chinesa usava uma escala pentatônica (de cinco sons), e soava mais ou menos
como as cinco teclas pretas do piano. Os músicos chineses tocavam cítara,
várias espécies de flauta e instrumentos de percussão.
Índia
- As tradições musicais da Índia remontam ao século
XIII a.C.. O povo acreditava que a música estava diretamente ligada ao
processo fundamental da vida humana. Na Antigüidade, criaram música
religiosa e por volta do século IV a.C. elaboraram teorias musicais. Os
músicos tocavam instrumentos de sopro, cordas e percussão. A música
indiana era baseada num sistema de tons e semitons; em vez de empregar notas,
os compositores seguiam uma complicada série de fórmulas chamadas
ragas. As ragas permitiam a escolha entre certas notas, mas exigiam a omissão
de outras.
Grécia - Os gregos usavam as letras do alfabeto para representar
notas musicais. Agrupavam essas notas em tetracordes (sucessão de quatro
sons). Combinando esses tetracordes de várias maneiras, os gregos criaram
grupos de notas chamados modos. Os modos foram os predecessores das escalas diatônicas
maiores e menores. Os pensadores gregos construíram teorias musicais mais
elaboradas do que qualquer outro povo da Antigüidade. Pitágoras, um
grego que viveu no século VI a.C., achava que a Música e a Matemática
poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo. Acreditava que os planetas
produziam diferentes tonalidades harmônicas e que o próprio universo
cantava. Essa crença demonstra a importância da música no
culto grego, assim como na dança e nas tragédias.
Roma - Os
romanos copiaram teorias musicais e técnicas de execução
dos gregos, mas também inventaram instrumentos novos como o trompete reto,
a que chamavam de tuba. Usavam freqüentemente o hydraulis, o primeiro órgão
de tubos; o fluxo constante de ar nos tubos era mantido por meio de pressão
de água.
FONTE: http://www.edukbr.com.br
Palavra
de profissional
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