O militar é o profissional
que serve à alguma das três forças armadas (Exército,
Marinha ou Aeronáutica) ou que serve as Forças de Segurança
dos Estados da Federação (bombeiros e policiais militares). Na estrutura
do governo brasileiro, as Forças Armadas estão integradas ao Ministério
da Defesa e, tem por objetivo a defesa dos direitos constitucionais.
No Brasil,
a Aeronáutica corresponde à componente aérea das Forças
Armadas, responsável por, no plano externo, defender a soberania do espaço
aéreo brasileiro, e, no plano interno, por controlar e vigiar o espaço
aéreo, entre outras atribuições.
No
Brasil, ao completar 18 anos, o cidadão do sexo masculino deve se alistar
em alguma das três Forças Armadas, e, se convocado para servir por
tempo determinado, pode se interessar e prestar concurso para seguir carreira.
Para ingressar na Aeronáutica é necessário aprovação
em concurso público, que nesse caso, é dividido por categorias,
como escolaridade e sexo. Os cursos são divididos em níveis, portanto,
existem concursos de para candidatos que concluíram o nível fundamental,
médio e superior. Existe também a divisão por sexo, que divide
homens e mulheres, além da divisão por novatos e internos, nesse
caso, para os internos, existem cursos de adaptação e de especialização.
Para mais informações basta acessar:
http://www.fab.mil.br/Ingresso/
Oficiais generais
Oficiais superiores
Oficiais intermediários
Oficiais subalternos
Graduados
Comando de Operações Aéreas - COMGAR - Comando de Operações Aéreas que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. Sendo assim, o COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira. Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas:
Cada unidade aérea possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que asseguram o seu funcionamento. As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:
Em
1939, no início da Segunda Guerra Mundial, a forma como se desenvolviam
os combates no além-mar surpreendeu e revelou o despreparo das forças
armadas brasileiras para enfrentar as exigências do conflito. Somando-se
às carências materiais típicas de um país subdesenvolvido,
havia ainda toda uma organização militar estruturada nos moldes
da I Guerra Mundial.
Embora o debate em torno da criação de uma
força aérea única, fundindo as já existentes aviações
do Exército e da Marinha, assim como a criação de um ministério
exclusivo para gerenciar a aviação brasileira, viesse ocorrendo
desde o início dos anos 1930, a guerra na Europa acabou por reforçar
essa tendência, consolidando a idéia de que era preciso centralizar
os meios aéreos do país. O desperdício e os problemas decorrentes
de um gerenciamento em separado de múltiplas aviações, militares
e civis, constituiu-se num dos principais argumentos em favor da criação
do Ministério do Ar.
Finalmente, após amplo debate e campanhas
na imprensa, Getúlio Vargas, em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto
2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão
das forças aéreas do Exército e da Marinha numa só
corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais. Pouco
depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida
força aérea para Força Aérea Brasileira (FAB), nome
que permanece até os dias de hoje. A Força Aérea Brasileira
obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra Mundial participando da guerra
anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força
Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana.
Foram
enviadas para a Itália duas unidades áereas da FAB, o 1º Grupo
de Aviação de Caça, o Senta a Pua!, e a Primeira Esquadrilha
de Ligação e Observação (1ª ELO).
Em 9 de
novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente
no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao 2º Tenente-Aviador John
Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos
os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália
durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já
existente em homenagem aos que morreram combatendo os fasci-nazistas na guerra.
A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave
de caça do Ten Cordeiro, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro
de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso
de uma missão de combate no norte da Itália
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