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16/08/2010

Senador

"Membro do Senado Federal de representa os Estados na Federação"
Fonte: Redação Brasil Profissões

O que é ser um senador?

O senador é o profissional eleito por vias democráticas para representar os Estados dentro da Federação, com três representantes cada. O senador é eleito com dois suplentes, registrados na sua chapa, que o substitui na ordem de registro. Seu mandato é de oito anos, renovando-se a representação de quatro em quatro anos, em uma eleição um terço e na eleição subsequente dois terços das cadeiras. Esse profissional analisa e vota projetos de lei, têm a atribuição de zelar pelos direitos constitucionais do povo e fiscalizar o Poder Executivo e as atividades do Presidente da República.

Quais as características desejáveis para ser um senador?

Para ser um senador é necessário que o candidato entenda as raízes dos problemas sociais e urbanos, ter noções da história do país e do estado. Conceitos de direito e de legislação também são importantíssimos. Outras características interessantes são:

  • vontade de ajudar a resolver os problemas sociais
  • pró-atividade
  • disciplina
  • espírito de liderança
  • comprometimento
  • capacidade de observação
  • capacidade de distinguir prioridades
  • capacidade de organização
  • dinamismo
  • metodologia
  • responsabilidade
  • concentração
  • honestidade

Qual a formação necessária para ser um senador?

Não existe formação mínima necessária para ser um senador, embora seja imprescindível que o indivíduo seja esclarecido e consiga enxergar os problemas sociais e políticos existentes no estado. Também é necessário que o profissional entenda de administração, direito e economia, além de outros conceitos fundamentais na gestão de um estado. Só podem ser eleitos candidatos que possuírem 35 anos ou mais.

Principais atividades de um governador

Algumas das atribuições de um senador são:

  • Discutir e votar o Orçamento da União (quanto o país irá gastar na saúde, educação, infra-estrutura, saneamento, segurança pública, etc)
  • Elaborar leis
  • Discutir e votar projetos de lei de iniciativa do Presidente da República e dos tribunais superiores
  • Atender pessoalmente, ou através dos seus assessores, os seus eleitores, segmento social ou região, sempre que possível, ouvindo pedidos e encaminhando-os aos órgãos governamentais ou apresentando-os em plenário
  • Convocar os ministros de Estado para prestar, pessoalmente, informações sobre assuntos previamente determinados
  • Apreciar as concessões e renovações de canais de rádio e televisão
  • Fiscalizar e controlar os atos do poder executivo
  • Prestar contas dos seus atos
  • Julgar o presidente e o vice-presidente e ministros de Estados nos crimes de responsabilidade
  • Zelar pelos direitos constitucionais do povo

Áreas de atuação e especialidades

O Senado, ao lado da Câmara - que reúne os deputados federais - compõe o Congresso Nacional, onde são elaboradas ou modificadas as leis que regem o dia-a-dia dos brasileiros.
O Senado Federal também funciona como uma Câmara Revisora, quando o projeto sai da Câmara dos Deputados. A idéia é de que os senadores são homens mais experientes, podendo analisar com maior prudência e moderação os projetos propostos pelos deputados federais. Além disso, diz-se que o Senado Federal assume, pronunciadamente o caráter de Câmara de Moderação. É uma assembléia de mais velhos, de chefes de largo prestígio e experiência, que põem a prudência acima de tudo, usando-a como freio aos impulsos da Câmara dos Deputados.

Mercado de trabalho

Senador é um cargo público, eleito por vias democráticas, ou seja, através de eleições, onde a população vota no candidato que acha mais competente para assumir o cargo. Cada Estado possui três senadores que o representam dentro da Federação, no congresso Nacional.

Curiosidades

O Senado é uma instituição com origem na Roma antiga. No Brasil, a história do Senado remonta ao tempo da Declaração da Independência. Ao declarar a Independência, Dom Pedro I convocou uma Assembléia-Geral Constituinte e Legislativa no início de 1823. A Assembléia foi destituída após algum tempo, quando o imperador criou um Conselho de Estado para elaborar o novo projeto da Carta. A Constituição Política do Império do Brasil, outorgada em março de 1824, definia o Brasil como monarquia centralista e hereditária, estabelecendo os Poderes Legislativo, Executivo (Imperador e seus ministros), Judicial (juízes e jurados) e Moderador (Imperador). O Poder Legislativo era delegado à Assembléia-Geral (composta pelo Senado e Câmara dos Deputados) com a sanção do Imperador. A primeira sessão ordinária do Senado do Império foi realizada em maio de 1826 e tornou-se histórica devido à eleição da primeira Mesa Diretora da Casa. Cinqüenta senadores representavam as províncias em quantidade proporcional à população. Durante o Império, todos os senadores eram nomeados de forma Vitalícia. Eles eram escolhidos conforme a experiência em funções públicas, e precisavam ter mais de 40 anos de idade e títulos de nobreza - como o Visconde de Ouro Preto, o Visconde de Taunay, o Marquês de Sapucaí e outras figuras históricas que exerceram o cargo.
Fonte: Gazeta do povo Online

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