O senador é o profissional eleito por vias democráticas para representar os Estados dentro da Federação, com três representantes cada. O senador é eleito com dois suplentes, registrados na sua chapa, que o substitui na ordem de registro. Seu mandato é de oito anos, renovando-se a representação de quatro em quatro anos, em uma eleição um terço e na eleição subsequente dois terços das cadeiras. Esse profissional analisa e vota projetos de lei, têm a atribuição de zelar pelos direitos constitucionais do povo e fiscalizar o Poder Executivo e as atividades do Presidente da República.
Para ser um senador é necessário que o candidato entenda as raízes dos problemas sociais e urbanos, ter noções da história do país e do estado. Conceitos de direito e de legislação também são importantíssimos. Outras características interessantes são:
Não existe formação mínima necessária para ser um senador, embora seja imprescindível que o indivíduo seja esclarecido e consiga enxergar os problemas sociais e políticos existentes no estado. Também é necessário que o profissional entenda de administração, direito e economia, além de outros conceitos fundamentais na gestão de um estado. Só podem ser eleitos candidatos que possuírem 35 anos ou mais.
Algumas das atribuições de um senador são:
O
Senado, ao lado da Câmara - que reúne os deputados federais - compõe
o Congresso Nacional, onde são elaboradas ou modificadas as leis que regem
o dia-a-dia dos brasileiros.
O Senado Federal também funciona como uma
Câmara Revisora, quando o projeto sai da Câmara dos Deputados. A idéia
é de que os senadores são homens mais experientes, podendo analisar
com maior prudência e moderação os projetos propostos pelos
deputados federais. Além disso, diz-se que o Senado Federal assume, pronunciadamente
o caráter de Câmara de Moderação. É uma assembléia
de mais velhos, de chefes de largo prestígio e experiência, que põem
a prudência acima de tudo, usando-a como freio aos impulsos da Câmara
dos Deputados.
Senador é um cargo público, eleito por vias democráticas, ou seja, através de eleições, onde a população vota no candidato que acha mais competente para assumir o cargo. Cada Estado possui três senadores que o representam dentro da Federação, no congresso Nacional.
O Senado
é uma instituição com origem na Roma antiga. No Brasil, a
história do Senado remonta ao tempo da Declaração da Independência.
Ao declarar a Independência, Dom Pedro I convocou uma Assembléia-Geral
Constituinte e Legislativa no início de 1823. A Assembléia foi destituída
após algum tempo, quando o imperador criou um Conselho de Estado para elaborar
o novo projeto da Carta. A Constituição Política do Império
do Brasil, outorgada em março de 1824, definia o Brasil como monarquia
centralista e hereditária, estabelecendo os Poderes Legislativo, Executivo
(Imperador e seus ministros), Judicial (juízes e jurados) e Moderador (Imperador).
O Poder Legislativo era delegado à Assembléia-Geral (composta pelo
Senado e Câmara dos Deputados) com a sanção do Imperador.
A primeira sessão ordinária do Senado do Império foi realizada
em maio de 1826 e tornou-se histórica devido à eleição
da primeira Mesa Diretora da Casa. Cinqüenta senadores representavam as províncias
em quantidade proporcional à população. Durante o Império,
todos os senadores eram nomeados de forma Vitalícia. Eles eram escolhidos
conforme a experiência em funções públicas, e precisavam
ter mais de 40 anos de idade e títulos de nobreza - como o Visconde de
Ouro Preto, o Visconde de Taunay, o Marquês de Sapucaí e outras figuras
históricas que exerceram o cargo.
Fonte:
Gazeta do povo Online
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