O jogador de basquete profissional é o atleta que pratica o basquete como ocupação ou meio de vida. O basquetebol é um esporte coletivo inventado em 1891, pelo canadense James Naismith. Cada jogo é composto por duas equipes de cinco jogadores cada, e o objetivo é fazer com que a bola passe pelo aro ou cesta do adversário, colocado à altura de três metros e cinco centímetros, consistindo assim uma cesta, que vale dois pontos. A quadra tem marcações específicas para o jogo, e uma bola arremessada de trás da linha chamada " linha dos três pontos", consiste uma cesta de três pontos. Existem também os lances livres, que são as faltas do basquete, que valem apenas um ponto cada. O time que terminar com mais pontos é o vencedor. Para os jogos profissionais não é permitido sair da quadra, e o tempo total é de 40 minutos, divididos em quatro tempos de 10 minutos cada, com intervalos de 2 minutos entre eles, sendo que entre o segundo e o terceiro tempo há um intervalo de 15 minutos e o cronômetro pára quando o jogo é interrompido.
Para ser um jogador de basquete profissional é necessário conhecer as regras do jogo, e por ser um esporte, é necessário também muito treinamento. Outras características interessantes são:
Não existe formação necessária para ser um jogador de basquete, pois, por ser um esporte, o aprendizado vem durante os treinamentos. É necessário que o jogador tenha muita disciplina e força de vontade para jogar em um time de basquetebol profissional. No Brasil, o esporte está crescendo e se popularizando, porém muitos atletas brasileiros são levados para jogar no exterior, onde o esporte é mais valorizado, como, por exemplo, na NBA (National Basketball Association), que é a grande liga do esporte nos Estados Unidos.
No basquete, geralmente, são utilizadas três posições. Na maioria das equipes há dois alas, dois pivôs e um armador:
O mercado de trabalho para o atleta de qualquer esporte depende exclusivamente da amplitude do esporte no país. Por ser um esporte que ainda está crescendo no Brasil, muitos jogadores brasileiros são levados para jogar no exterior, principlamente na NBA (National Basketball Association), dos Estados Unidos. É importante que o incentivo aos investimentos nos esportes aconteça, tanto por parte do governo, quanto por iniciativa privada, para que também as crianças tenham oportunidade de crescimento e de treinamento, principalmente as mais carentes. O jogador de basquetebol também pode lecionar em escolinhas de esportes ou participar de projetos sociais, promovendo o esporte nas comunidades que não tem acesso.
A história
do basquete
O canadense James Naismith, professor de educação
física da então denominada Associação Cristã
de Moços de Massachussetts, nos Estados Unidos, recebeu a tarefa de inventar
um esporte que os alunos pudessem praticar em um espaço fechado, pela rigorosidade
do inverno, que impedia a pratica do basebol ou do futebol americano, esportes
muito populares entre os alunos. Pelas características do ginásio
fechado e pequeno, o professor descartou os esportes que tivessem muito contato
físico ou os jogados com o pé, para evitar brigas e a violência
entre os alunos. O professor, então, escreveu 13 regras básicas
do jogo, pendurou um cesto de pêssegos a mais ou menos 10 pés (3,05
metros, altura que perdura até hoje) e a quadra tinha mais ou menos metade
das dimensões atuais. No começo, era utilizada a bola de futebol,
mas em 1894 em Springfield, Massachussetts, uma empresa produziu a primeira bola
específica para o basquete. As tecnologias existentes na época somente
possibilitaram que o acabamento fosse feito com uma costura externa, fato que
atrapalhava o andamento do jogo. Posteriormente, a bola foi desenvolvida e aperfeiçoada,
até chegar ao nível que tem hoje. O primeiro jogo foi disputado
em 20 de janeiro de 1892, e tinha 9 jogadores em cada time, e cerca de duzentas
pessoas assistiram o time dos alunos vencer o time dos professores por 5 a 1.
Em
8 de novembro de 1895, Wilhelm Konrad Roentgen descobre a existência e a
produção da radiação X. Hoje, sabe-se que esses raios
eram correntes de elétrons, que são liberados pelo rápido
movimento dos íons do gás bombardeando a superfície de um
cátodo aquecido. Os íons são produzidos durante a descarga
do gás. Os elétrons chocam-se contra a superfície de vidro,
perdem sua energia, o vidro fica aquecido e pode-se observar efeitos luminosos
(luz verde ou azul, dependendo da composição química do vidro).
A superfície aquecida da parede de vidro é a fonte de raios-X.
Desde
esta época, até os dias de hoje, surgiram várias modificações
nos aparelhos iniciais objetivando reduzir a radiação nos pacientes,
pois acima de uma certa quantidade sabia-se que era prejudicial à saúde.
Assim surgiram os tubos de Raios X, diafragmas para reduzir a quantidade de Raios
X e diminuir a radiação secundária que também piorava
a imagem final.
Em 1920, iniciaram-se os estudos relativos à aplicação
dos raios-X na inspeção de materiais dando origem à radiologia
industrial.
No Brasil, Manuel de Abreu desenvolveu a Abreugrafia, um método
rápido de cadastramento de pacientes para se fazer radiografias do tórax,
tendo sido reconhecida mundialmente.
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