O gerente de banco é o profissional que trabalha com gerenciamento de contas bancárias em uma instituição financeira. O gerente é o elo entre o cliente, dono da conta, e a instituição bancária, sendo responsável por esclarecer dúvidas, realizar operações importantes, gerenciar informações sigilosas sobre o detentor da conta, confirmar operações de alto valor, realizar estornos, conceder empréstimos bancários, etc. É o gerente da conta que auxilia o cliente em operações de grande porte e tira as dúvidas dos clientes em casos de operações de investimento.
Para ser um gerente de banco é necessário que o profissional entenda profundamente da rotina bancária, do funcionamento dos sistemas e operações. Além disso, conhecimentos de administração e economia são muito utilizados na área. Outras características interessantes são:
Para ser um gerente de banco é recomendável que o profissional seja graduado em algum curso que tenha como uma de suas bases, números e contas, como administração, economia, matemática, ciências atuarias, etc. Porém, a forma de evolução do profissional muda, de acordo com a política da instituição. Geralmente, para se tornar um gerente é necessário que o profissional já trabalhe em uma instituição bancária e se destaque dentro da agência, ganhando assim a confiança dos seus superiores e se mostrando apto e capaz de realizar as funções de gerente. Cursos de pós-graduação e especialização são sempre bem vistos no mercado.
O mercado de trabalho para os gerentes de banco é amplo, e vem crescendo cada vez mais, pois com a facilidade que os bancos e seus serviços proporcionam aos clientes, cada vez mais pessoas preferem trabalhar com o dinheiro aplicado em instituições financeiras. Para que o profissional se destaque no mercado de trabalho é recomendável que ele se atualize constantemente por meio de cursos, palestras e treinamentos específicos de sua área. O domínio sobre um idioma estrangeiro também é um diferencial importante.
A escrita foi criada pelo homem com o objetivo principal de registrar o pagamento de impostos. Na República Romana, por volta de 200 a.C. as escrituras governamentais eram basicamente feitas para registrar receitas de caixa, tributos, rendas e despesas, portanto as "instituições financeiras" já existem há muito tempo. Porém, até a Idade Média, esse tipo de contabilidade era usada apenas pelos governos, para garantir o pagamento de tributos. Foi somente a partir do séc XIII que os comerciantes começaram a usar desses artifícios para controlar suas finanças, principalmente na Itália, devido à força do comércio nessa região. No Brasil, o fato que impulsionou a utilização de métodos de contabilidade foi a vinda da Família Real para o Rio de Janeiro, em 1808, decorrente da desobediência do Bloqueio Continental decretado por Napoleão. Com a corte no Brasil, criou-se a necessidade de um sistema tributário mais avançado, atividade que era exercida pelos guarda-livros, que somente em 1945 passaram a ser chamados de contadores. A partir de então, as atividades bancárias cresceram, ganharam novas modalidades de serviços e investimentos, além de novas facilidades de acesso e de informação que atraíram cada vez mais clientes.
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