O educador é o profissional da área da educação e ensino que pode atuar tanto como professor, quanto como coordenador e diretor de ensino, pesquisador, administrador escolar, supervisor educacional, entre outros. O educador trabalha em contato com o corpo discente, ou seja, com os alunos, acompanhando as atividades escolares, o desenvolvimento educacional e a disciplina. Esse profissional trabalha promovendo uma ligação entre os professores, os alunos e os pais ou responsáveis.
Para ser um educador é necessário que o profissional se interesse pela pedagogia e pelos sistemas de aprendizagem e ensino. Além disso, outras características interessantes são:
Para ser um educador é necessário que o profissional seja formado em curso superior de pedagogia ou até de psicopedagogia; que tenha uma formação superior em alguma matéria como licenciatura; ou até mesmo uma formação superior em alguma matéria e com especialização em pedagogia. A pedagogia é uma área da ciência que estuda o ensino, os métodos e as técnicas de aprendizado, algumas matérias presentes na grade curricular do curso são: sociologia, psicologia e filosofia gerais; orientação de estudo; metodologia do trabalho científico; didática; história da educação brasileira; filosofia da educação; metodologia de ensino fundamental e médio; entre outras.
O educador pode ocupar diversas posições dentro de uma instituição de ensino, como por exemplo:
O mercado de trabalho para o educador é amplo, mas devemos levar em conta que o setor, público, onde há maior carência de profissionais, não oferece boas condições salariais. A contratação efetiva no ensino público é sempre realizada através de concurso público, sendo assim de forma justa e igualitária. Mesmo assim, o setor privado é o mais promissor para os profissionais de área, além do setor de pesquisas que tem boa demanda de profissionais.
A
primeira escola do Brasil foi instalada pelos religiosos da Cia de Jesus, os jesuítas,
em 1549. A escola permaneceu nos moldes tradicionais durante muito tempo, e só
foi modificada no governo Vargas, quando o professor deixou de ser um simples
transmissor de conhecimentos e se tornou um facilitador do aprendizado, tornando
assim o aluno parte integrante e ativamente participante do processo de aprendizado.
Em 1932, surge essa "nova escola". No início da ditadura
militar, em 1964, foi introduzido no Brasil um sistema que já era bem conhecidos
dos americanos, o ensino tecnicista, que ditava padrões de ensino e introduzia
recursos audiovisuais.
Em 1983 deu-se o início da "escola crítica",
onde a liberdade já era maior e permitia maior interação
entre o educador e o aluno, e visava formar cidadãos mais conscientes,
ativos, críticos e reflexivos. No século XXI, a tecnologia invadiu
as salas de aula, trazendo à tona a "escola tecnológica",
que limita a troca de experiências, emoções e impulsos criativos,
individualizado as pessoas.
Fonte:
http://pedagogia.brasilescola.com/trabalho-docente/professor.htm
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