O agente comunitário de saúde é o profissional que realiza atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde nas comunidades, sempre supervisionado e coordenado por um médico ou gestor de saúde. Essa profissão sempre é exercida por um morador da comunidade que passa por treinamentos e cursos, para entender melhor as origens das doenças e as técnicas de prevenção, formando assim um elo entre a população e o sistema de saúde. Além de realizar trabalhos de conscientização, o agente comunitário de saúde promove o cadastro das famílias, a orientação individual e coletiva, identificar áreas de risco ou focos de doenças, realizar visitas domiciliares, desenvolver ações educativas que envolvam a comunidade, entre outras funções.
Para ser um agente comunitário de saúde é necessário que o profissional goste de trabalhar e lidar com as pessoas, e, além disso, que goste de cuidar de sua comunidade. Outras características desejáveis são:
Para ser um agente comunitário de saúde é necessário que o profissional resida na comunidade onde pretende trabalhar, que tenha concluído o ensino fundamental e o curso de qualificação básica para a formação de agentes comunitários de saúde.
O agente comunitário de saúde sempre atua na região onde mora, junto às comunidades e aglomerações populacionais. O papel que esses profissionais exercem nas comunidades é muito importante, principalmente nas mais carentes, pois, entre outros benefícios que traz, conscientiza a população, promove ações de prevenção de doenças e consegue promover a saúde em locais onde dificilmente os sistemas de saúde conseguiriam.
O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, uma vez que ainda existem muitas comunidades no Brasil que necessitam, e muito, do trabalho desses profissionais. O trabalho dos agentes comunitários de saúde, além de promover a saúde e o bem-estar da população e prevenir doenças, também aproxima as comunidades mais afastadas dos órgãos sociais e dos centros de decisão.
Desde os primórdios das civilizações, sempre existiram pessoas preocupadas com o bem-estar social, embora como profissão, o reconhecimento tardou. Segundo a história do serviço social, a primeira casa de considerada de assistência foi criada em 1543, por iniciativa de Brás Cubas, a "Casa de Deus para os homens", a atual Santa Casa de Misericórdia de Santos. Em 1582, foi criada a Santa Casa em Rio de Janeiro, devido à chegada de inúmeros feridos de guerra e a partir daí foram criadas casas de assistência em muitos outros estados. A primeira Carta Régia que mencionava o assistencialismo social foi escrita em 1693, referindo-se especificamente a proteção de menores.
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