Robert
MillsComecei minha carreira trabalhando em um bureau de design gráfico, enquanto cursava Comunicação Social na ESPM. Em 96, quando me formei, passei a trabalhar de voluntário no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. Entre idas e vindas, trabalhei na Organização Esportiva até 2002. Neste período também me integrei à equipe do portal Pelé.Net, hoje no UOL. Trabalhei na organização do site, conteúdo e na divulgação. Mas após a cobertura da Copa do Mundo de Futebol de 2002, tive a oportunidade de cursar o MBA na Universidade de Liverpool (Inglaterra), focado na Industria do Futebol. Era um curso de Administração do Futebol, com todos os aspectos administrativos, legais, marketing e esportivos. Era a maneira que encontrei de realmente entrar neste mercado.
Várias coisas. Na verdade é um profissional de marketing como qualquer outro, mas o produto é o esporte, seja ele o evento, seja ele o programa de TV, seja ele dentro de um clube. A única grande diferença é que no esporte você lida com impulsos emocionais enquanto para outros bens de consumo os aspectos racionais são mais levados em consideração. O desafio é grande.
O principal motivo é que o esporte está se profissionalizando. As pessoas percebem que a emoção tem que estar de lado do espectador, do praticante, mas que o profissionalismo da gestão é vital para o sucesso de qualquer empreitada.
O que mais satisfaz é lidar com comunicação e esporte, duas coisas que sempre me encantaram. Outro motivo é que trabalhar com o que a gente gosta é muito bom.
Primeiramente é quebrar as barreiras de pessoas que estão há anos no mercado e que não entendem os novos aspectos já mencionados acima. Ou seja, romper o status que é sempre difícil.
Se comunicar bem e entender o assunto/produto que você está trabalhando. Sem isto, não tem como ter sucesso.
Se é isso que a pessoa deseja seguir, recomendo nunca desistir, porque trabalhar com algo que se goste é muito bom. Claro que não é só de rosas que se vive, mas mesmo assim vale!
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