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10/02/2009

Participar ou ser participado?

O que é melhor: esperar acontecer para ver o resultado ou fazer parte do acontecimento para interferir no resultado?

Não quero confundir ninguém! A dúvida existe.

É comum, no mundo profissional, as pessoas ficarem em uma chamada "zona de conforto", alheias aos caminhos futuros da empresa e/ou negócio.

Esta postura de acomodação, lastreada nas mais diversas justificativas, não ajuda o grupo, e muito menos o indivíduo alheio aos movimentos de mudança, tão naturais em nossas vidas.

Vi inúmeros casos onde os indivíduos que não querem participar das discussões trazendo idéias e opiniões, são os primeiros a reagirem (mal) às mudanças e novos caminhos propostos pelas equipes e chefes.

É o camarada que não participa e tenta jogar contra quando vê que o resultado pode afetá-lo.

Por outro lado, quem participa, se envolve, atua, contribui e expressa seus pensamentos pode interferir no resultado final de um processo. Este tipo não é um mero espectador dos acontecimentos.

Poderíamos dizer que são dois tipos de pessoas: um passivo e outro pró-ativo.

Será que este tipo passivo é assim na vida pessoal? Será que este tipo se acostumou a sentar em um sofá e assistir televisão, onde tudo já está pronto?

Será que a rotina do dia-a-dia nos leva a sermos somente espectadores?

Tem uma frase da internet, de autoria desconhecida, que diz:

"A rotina vicia o pensamento. Sabe-se de um mecânico de carro que, ao fazer psicanálise, deitou-se debaixo do divã."

É sério!

Meu conselho: se você já é do tipo que participa, que se entusiasma, procura ser ouvido e ouvir, continue assim! Você pode ajudar a uma outra pessoa, do tipo "passiva" a mudar o seu comportamento.

Lidere esta mudança!

Agora, se você, ao ler os meus pensamentos, se identificou com o tipo de pouco envolvimento no campo profissional (não vamos discutir questões pessoais, certo?), está na hora de "acordar" pro mundo! Dê a sua opinião! Ponha energia nessa mudança!

Só assim você poderia ficar em paz consigo mesmo e dizer: "eu tentei e faço parte dos acontecimentos, os resultados tem a minha dose de contribuição!"

Termino com uma velha e conhecida frase: "Quem sabe faz na hora, e não espera acontecer!"

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Comentários desta matéria:

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KATITA
EU ENTENDO...TEM OPINIÕES DIFERENTES...FICO COM LADO DE .....FALAR ATÉ ONDE CONVÉM...SE NAÕ FALAR É COMO SE OMITIR ...DE TUDO ..E NEM PENSAR EM RECLAMAR DEPOIS..AGORA SE FALAR MUITO PODE EXAGERAR NA DOSE E SEMPRE HAVERÁ UNS( ) QUE NÃO TE COMPREENDERÃO MESMO...POUCOS SÃO AQUELES QUE TE DIRÃO ..-nOSSA!VC TEM MUITAS IDÉIAS BOAS!!>>..EXISTE QUAM DIGA...MAS...VE LÁ .. AGORA SE DISSER SENTINDO O ANDAMENTO ..AS EXPRESSÕES ..O CLIMA...TUDO AO SEU REDOR INCLUSIVE COM OLHOS NAS COSTAS ..VAI VER QUE VC FALOU..SE PRONUNCIOU E..TEVE ACEITAÇÃO POR EXCELÊNCIA..JÁ FALEI COISAS ..QUE DESTA FORMA..SÚTIL E ATENTA AT´E FICARAM COMO SE FOSSE A IDÉIA DO MEU CHEFE rsrs..O IMPORTANTE FOI E É ..QUE NO FUNDO..EU SEI QUE PASSEI POR ALI!fica aí a minha dica...
José Carlos
Concordo com sua exposiçao, e as mudanças estao cada vez mais rápidas. Quem diria que hj. os Estados Unidos da América do Norte tem como Presidente o Sr. Barac Houssein Obama (será muçulmano), de etnia Negra ,(Afroamericano). Os acomodados que me perdoem, mas o trem da história está passando e cada vez mais rápido. Fui.
Renata
Adorei!
Evaldo
Parabéns! A matéria foi entusiástica e verdadeira. É preciso manter o espirito vivo dentro das empresas.
Cláudia Maria
Sempre fui muito questionadora tanto na vida pessoal quanto na profissional. Esse comportamento tem vantagens e uma delas é o de se sentir que participou, muito embora suas sugestões não são aceitas. Porém , uma coisa está bem clara pra mim: na primeira oportunidade você sofre as consequências, seja ficar na geladiera ou ser uma demissionária. Mesmo assim, vale à pena buscar interferir.
claudio
muito bom, eu tambem participo na reuniao da empresa na qual eu trabalho todas as reunioes eles me chamam ate mesmo pelas copetencias e o tempo de casa, e importante ver a empresa crescer e ver que foi atraves de uma ideia sua.
meire luci
sou participativa em tudo o que faço. no hospital, nas filas,nas caminhadas, no meu trabalho. faço minha parte. mas o que pega mesmo, é no trabalho, fiz tantas participações que acabnei sendo excluida de muita coisa, perdendo oportunidades em muitas coisas. hoje as pessoas do sistema me olham de lado. A reportagem sua é boa, mas infelizmente, não sou muito feliz, em fazer a diferença.
Rafa
Achei a matéria muito interessante e verdadeira. A maior parte das pessoas, peferem não se envolver, ficar acomodado, esperando as coisas acontecerem e quand acontecem, de fato, reclamam... mas não fizeram NADA para tentar mudar a situação. Isto ocorre na vida profissional e na pessoal. O conhecido, mesmo que ruim, é confortável... já o novo, é arriscado. Então, preferem ficar com o conhecido ruim. Este tipo de pessoa não caminha. Não anda para frente... fica "assistindo a banda passar". Parabéns !
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